Jovens inocentes levam enquadra de policiais, e apanham.
Às três e meia da manhã de sábado, um grupo de doze jovens - entre eles quatro garotas em torno de 17 anos -, voltando de uma balada, passaram pela rua do Oratório, Zona Leste de São Paulo, quando uma viatura policial que estava fazendo ronda na região, os enquadraram e acusaram de porte de drogas.
Um casal que desciam a rua na hora do ato, assistiram a cena escondidos. "Os policiais começaram a encher os garotos de perguntas. Perguntavam se tinham ou usavam drogas, se faziam vandalismo, coisas do tipo. Eles negaram. Dois dos policiais começaram a espancar dois deles, com chutes e socos e o terceiro só assistiu. Os garotos não se renderam e continuaram negando. O terceiro, já irritado, se vira para as garotas e começa a ameaçá-las. Foi desesperador", confessou a mulher e seu marido que presenciaram.
Depois dessas ameaças, o casal ligou para o posto policial do bairro e denunciou os verdadeiros vândalos. Percebendo o esquema, os policiais fugiram. Quando a ajuda chegou, os feridos foram para a Santa Casa, e os demais se encaminharam para a delegacia. Fizeram o B.O. com os 'novos amigos' como testemunhas. Terça-feira, os policiais envolvidos foram presos.
what makes me happy,is being with people who make me well, wishing me well and I struggle to see well. I cried too much, had too much, but life goes on, you just go with it. Who says you can not something, do not. Fight for what you want, show the great person that's inside of you. It is striving to achieve things .. Believe it!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Eu mereço?!
Vai me falar que você não vive se perguntando se você merece tudo aquilo que ta acontecendo. Pois é. Quem nunca passou por uma situação embarassosa, com qualquer coisa, e depois não ficou pensando com seus botões aonde você errou, quais foram os pecados á pagar dessa vez, ou algo do gênero? Pois então, contarei uma história cômica, em que você irá pensar se a SUA situação é mesmo embarassosa...
Estava eu, outro dia desses, na varanda da minha casa pensando em algo em que não me recordo, quando meu celular toca lá da sala. Corro para atende-lo. Vi o número: era minha amiga. Atendi e ficamos fofocando. Ela me contou que estava triste por certos motivos, e perguntou se poderia vir me ver. "Claro", respondi. Então combinamos um fim de semana. Na véspera de sua viagem, ela liga novamente, me dizendo que viria escondida, já que sua mãe não a deixara vir. "Tudo bem", eu disse, "só não me queime com sua mãe". Ótimo! Um mal pressentimento que estava já me matando.
No dia seguinte, mando uma mensagem ao seu celular para saber se ela já havia pegado o ônibus, mas nada de me responder. Meia hora depois, me ligam. Era a mãe dela. Seu plano tinha ido aos ares. Me pediu para manda-la de volta no primeiro ônibus que houvesse. Assim o fiz: quando ela chegou na rodoviária, encontrei-a e contei sobre o ocorrido. Seu rosto perdera a cor. Seus olhos pareciam duas bolas de golfe. "Me ferrei", era a única coisa que conseguia dizer. "Ligue para ela, e diga que você voltará... Não minta mais para ela que as coisas melhorarão", disse eu, tentando reconfortá-la.
Para meu desespero, ela mentiu de novo. Ótimo, era só o que me faltava. Bom, pelo menos ela voltaria mais cedo do que o planejado. Saimos para almoçar, esperando dar a hora do ônibus. Fofocamos até ficarmos olhando para o teto, sem o que falar. Quando deu o horário, voltamos á rodoviária. A vi subir no ônibus, e fui embora. Até ai, tudo bem. Não há aquela frase popular "Calma, Depois Piora"? Foi o que aconteceu.
Esperei dar 18:45, imaginando que ela já estivesse em casa e já tivesse ouvido um baita sermão da mãe, mandei uma mensagem perguntando-lhe se havia feito uma boa viagem. Nada de resposta. Ao invés disso, recebi uma ligação. Era a mãe. Uma furiosa mãe que se podia perceber a raiva e a preocupação na voz. "Minha filha foi no ônibus das 16h?", sua voz tremia. "Claro que foi, como eu prometi", acalmei-a. "Então porque ela não chegou em casa ainda, sendo que o ônibus já chegou na rodoviária?". O desespero subiu, fez a cor do meu rosto sumir. Para piorar, a mãe dela ainda veio dizer que a culpa era minha, e que ela não queria que eu fosse amiga da filha dela. HAHAHA' que ilário.
É nessas horas que a gente pensa: "Porque eu?", "Porque tinha que ser assim?". Ah que legal né?! Agora sim vou pensar melhor em ser amiga de uma pessoa retardada mental.. Eu mereço?! (Não sejam tão sinceros, não quero perder ainda mais minha autoestima)
Estava eu, outro dia desses, na varanda da minha casa pensando em algo em que não me recordo, quando meu celular toca lá da sala. Corro para atende-lo. Vi o número: era minha amiga. Atendi e ficamos fofocando. Ela me contou que estava triste por certos motivos, e perguntou se poderia vir me ver. "Claro", respondi. Então combinamos um fim de semana. Na véspera de sua viagem, ela liga novamente, me dizendo que viria escondida, já que sua mãe não a deixara vir. "Tudo bem", eu disse, "só não me queime com sua mãe". Ótimo! Um mal pressentimento que estava já me matando.
No dia seguinte, mando uma mensagem ao seu celular para saber se ela já havia pegado o ônibus, mas nada de me responder. Meia hora depois, me ligam. Era a mãe dela. Seu plano tinha ido aos ares. Me pediu para manda-la de volta no primeiro ônibus que houvesse. Assim o fiz: quando ela chegou na rodoviária, encontrei-a e contei sobre o ocorrido. Seu rosto perdera a cor. Seus olhos pareciam duas bolas de golfe. "Me ferrei", era a única coisa que conseguia dizer. "Ligue para ela, e diga que você voltará... Não minta mais para ela que as coisas melhorarão", disse eu, tentando reconfortá-la.
Para meu desespero, ela mentiu de novo. Ótimo, era só o que me faltava. Bom, pelo menos ela voltaria mais cedo do que o planejado. Saimos para almoçar, esperando dar a hora do ônibus. Fofocamos até ficarmos olhando para o teto, sem o que falar. Quando deu o horário, voltamos á rodoviária. A vi subir no ônibus, e fui embora. Até ai, tudo bem. Não há aquela frase popular "Calma, Depois Piora"? Foi o que aconteceu.
Esperei dar 18:45, imaginando que ela já estivesse em casa e já tivesse ouvido um baita sermão da mãe, mandei uma mensagem perguntando-lhe se havia feito uma boa viagem. Nada de resposta. Ao invés disso, recebi uma ligação. Era a mãe. Uma furiosa mãe que se podia perceber a raiva e a preocupação na voz. "Minha filha foi no ônibus das 16h?", sua voz tremia. "Claro que foi, como eu prometi", acalmei-a. "Então porque ela não chegou em casa ainda, sendo que o ônibus já chegou na rodoviária?". O desespero subiu, fez a cor do meu rosto sumir. Para piorar, a mãe dela ainda veio dizer que a culpa era minha, e que ela não queria que eu fosse amiga da filha dela. HAHAHA' que ilário.
É nessas horas que a gente pensa: "Porque eu?", "Porque tinha que ser assim?". Ah que legal né?! Agora sim vou pensar melhor em ser amiga de uma pessoa retardada mental.. Eu mereço?! (Não sejam tão sinceros, não quero perder ainda mais minha autoestima)
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